
Sobre o livro
O que é a vida se você não para um instante para repensá-la?
Quando Goliarda Sapienza terminou de escrever A arte da alegria, tinha nas mãos quase mil páginas que nenhuma grande editora italiana quis publicar. O romance foi considerado imoral, excessivo, perigoso. Durante décadas, permaneceu à margem, até ser redescoberto e reconhecido como um dos livros mais arrebatadores do século XX. Hoje, é lido no mundo inteiro como uma obra memorável.
Como escreveu o crítico italiano Domenico Scarpa, "A arte da alegria é algo mais e algo menos que um livro belo: é um livro memorável, e os livros memoráveis são pouquíssimos. Um livro memorável é simplesmente um livro que deixa a marca: com artigo definido".
Este romance siciliano de fôlego épico, que acompanha Modesta, sua protagonista, por quase todo o século XX, é, ao mesmo tempo, romance de formação, autobiografia ficcional, narrativa de descoberta sexual e grande painel moral e político da Itália moderna. Nascida em um pequeno vilarejo da Sicília e órfã aos nove anos, Modesta passa a infância em um convento, criada por freiras. Por pura astúcia e determinação, consegue escapar ao destino que lhe fora traçado e, mais tarde, torna-se princesa. Com inteligência luminosa e uma ética própria, enfrenta as convenções sociais, a moral religiosa, o fascismo, as estruturas patriarcais. Ama homens e mulheres, experimenta o poder, o desejo, a maternidade e a perda, sempre movida por uma convicção radical: a alegria é, para ela, um ato de resistência e liberdade.
A escrita de Goliarda Sapienza — vibrante, irregular, por vezes eruptiva — ecoa a paisagem siciliana e a energia de quem viveu entre o teatro, o cinema e a literatura; combina densidade e ironia, tradição e ruptura. Lido hoje como um clássico contemporâneo, o romance conquista aquilo que apenas os livros memoráveis conseguem: não apenas contar uma história, mas transformar a sensibilidade de quem o atravessa.
"A crueza deste livro é exatamente a sua força. E quem pode negar o fascínio destas excelentes dicas? Case-se com um idiota rico que não consiga controlá-la. Seja socialista. (Ou anarquista.) Lute contra os fascistas. Cerque-se de crianças que você deixa correr livremente. Se estiver na prisão, tenha uma amante, mas não deixe que nenhum amante a aprisione."
The New Yorker
"Uma vitalidade indestrutível. [...] Estou fascinada."
Virginie Despentes
"A arte da alegria é verdadeiramente a arte de viver; um hino à sensualidade, à inteligência subversiva, à desobediência sexual e sentimental."
L'Express
"A arte da alegria é uma obra-prima, e foi o erro mais imperdoável cometido pelo mercado editorial italiano. Se tivesse sido publicado em 1976, quando Goliarda terminou sua escrita, em vez de vinte anos depois, minha geração teria tido uma juventude melhor."
Sandro Veronesi
"Livre das convenções sociais e sexuais, imoral e, ao mesmo tempo, profundamente íntegra, [...] Modesta era livre demais e perturbadora demais para a Itália dos anos 1970. Para o século XXI, porém, a situação é outra: ela é fascinante."
Le Monde
Quando Goliarda Sapienza terminou de escrever A arte da alegria, tinha nas mãos quase mil páginas que nenhuma grande editora italiana quis publicar. O romance foi considerado imoral, excessivo, perigoso. Durante décadas, permaneceu à margem, até ser redescoberto e reconhecido como um dos livros mais arrebatadores do século XX. Hoje, é lido no mundo inteiro como uma obra memorável.
Como escreveu o crítico italiano Domenico Scarpa, "A arte da alegria é algo mais e algo menos que um livro belo: é um livro memorável, e os livros memoráveis são pouquíssimos. Um livro memorável é simplesmente um livro que deixa a marca: com artigo definido".
Este romance siciliano de fôlego épico, que acompanha Modesta, sua protagonista, por quase todo o século XX, é, ao mesmo tempo, romance de formação, autobiografia ficcional, narrativa de descoberta sexual e grande painel moral e político da Itália moderna. Nascida em um pequeno vilarejo da Sicília e órfã aos nove anos, Modesta passa a infância em um convento, criada por freiras. Por pura astúcia e determinação, consegue escapar ao destino que lhe fora traçado e, mais tarde, torna-se princesa. Com inteligência luminosa e uma ética própria, enfrenta as convenções sociais, a moral religiosa, o fascismo, as estruturas patriarcais. Ama homens e mulheres, experimenta o poder, o desejo, a maternidade e a perda, sempre movida por uma convicção radical: a alegria é, para ela, um ato de resistência e liberdade.
A escrita de Goliarda Sapienza — vibrante, irregular, por vezes eruptiva — ecoa a paisagem siciliana e a energia de quem viveu entre o teatro, o cinema e a literatura; combina densidade e ironia, tradição e ruptura. Lido hoje como um clássico contemporâneo, o romance conquista aquilo que apenas os livros memoráveis conseguem: não apenas contar uma história, mas transformar a sensibilidade de quem o atravessa.
"A crueza deste livro é exatamente a sua força. E quem pode negar o fascínio destas excelentes dicas? Case-se com um idiota rico que não consiga controlá-la. Seja socialista. (Ou anarquista.) Lute contra os fascistas. Cerque-se de crianças que você deixa correr livremente. Se estiver na prisão, tenha uma amante, mas não deixe que nenhum amante a aprisione."
The New Yorker
"Uma vitalidade indestrutível. [...] Estou fascinada."
Virginie Despentes
"A arte da alegria é verdadeiramente a arte de viver; um hino à sensualidade, à inteligência subversiva, à desobediência sexual e sentimental."
L'Express
"A arte da alegria é uma obra-prima, e foi o erro mais imperdoável cometido pelo mercado editorial italiano. Se tivesse sido publicado em 1976, quando Goliarda terminou sua escrita, em vez de vinte anos depois, minha geração teria tido uma juventude melhor."
Sandro Veronesi
"Livre das convenções sociais e sexuais, imoral e, ao mesmo tempo, profundamente íntegra, [...] Modesta era livre demais e perturbadora demais para a Itália dos anos 1970. Para o século XXI, porém, a situação é outra: ela é fascinante."
Le Monde
Ficha técnica
- Autor
- Sapienza, Goliarda, Goliarda Sapienza
- Editora
- Grupo Autêntica
- Formato
- BOOK
- ISBN
- 9786559286676
- EAN
- 9786559286676
- Ano de Publicação
- 2025
- Número de Páginas
- 648
- Dimensões
- 21 x 14 x 3.6 cm
- Peso
- 0.8 kg
- Idioma
- pt-BR
- Edição
- 1
- SKU
- 9786559286676





