
Estado de exceção e pluralismo político: Schimitt, Agamben e Arendt
Sobre o livro
A estrutura estatal no mundo moderno sofre constantes mutações em sua formação a fim de adequar-se à evolução da sociedade. O poder soberano, e em particular nas sociedades democráticas, sofre com o paradigma da sua legitimidade. A atuação do político não mais reflete os anseios da coletividade. O Estado moderno, ocultando-se em ideologias de massa, invade cada vez mais a esfera do indivíduo para a suposta proteção do próprio indivíduo e do Estado. Ocorre a usurpação do poder soberano para a satisfação de interesses pessoais. Busca-se a proteção dos direitos do indivíduo retirando dele seus próprios direitos. Cada vez mais, situações excepcionais tornam-se regra. Cria-se um estado de exceção permanente, onde em prol da lei a mesma é violada. Tal movimento não se restringe a ditaduras e Estados semelhantes, mas invade os Estados democráticos atuais, inclusive o Estado brasileiro. O estado de exceção é algo muito antigo, tendo raízes ainda decorrentes do direito romano. Contudo, seu estudo mais aprofundado surge com o nascimento das ditaduras e dos Estados totalitários no início do século XX. Os horrores vistos na sociedade nazista e em outras ditaduras em países africanos são pontos notórios do estado de exceção. Entretanto, tal fato não se limita a esses exemplos e irradia-se a todos os aspectos da sociedade, inclusive acobertados por ideologias de controle de massa.
Ficha técnica
- Autor
- Mattedi, Milton Carlos Rocha, Milton Carlos Rocha Mattedi
- Editora
- Arraes Editores
- Formato
- BOOK
- Encadernação
- Capa comum
- ISBN
- 9788582380086
- EAN
- 9788582380086
- Ano de Publicação
- 2013
- Número de Páginas
- 128
- Dimensões
- 23 x 16 x 1.13 cm
- Peso
- 0.3 kg
- Idioma
- pt-BR
- Edição
- 1
- SKU
- d481ded78a8c





