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Autor

Manuel Bandeira

Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho (Recife, 19 de abril de 1886 – Rio de Janeiro, 13 de outubro de 1968) foi um poeta, crítico literário e de arte, professor e tradutor brasileiro, considerado um dos maiores expoentes da poesia brasileira e uma figura-chave do modernismo no Brasil. Sua obra poética, marcada pelo seu sofrimento decorrente da tuberculose, notabilizou-se pelo emprego do verso livre, pela oralidade e pela coloquialidade, e frequentemente abordava o erotismo, o pessimismo, a liberdade e a morte. Iniciou sua atividade literária pelo simbolismo, onde se destacou por poemas como Desencanto. Posteriormente, aproximou-se das vanguardas europeias e da poesia moderna, tendo seu poema Os Sapos sido recitado na abertura da Semana de Arte Moderna de 1922. Em 1930 publicou o livro Libertinagem, consagrado por poemas como Poética e Vou-me embora pra Pasárgada e considerado um marco de divisão entre a primeira e a segunda geração modernista brasileira. Nos anos seguintes, persistiu na produção literária e acadêmica até a sua morte em 1968.

71Livros encontrados

Frases do autor

Eu faço versos como quem chora, De desalento... de desencanto... Fecha o meu livro, se por agora, Não tens motivo nenhum de pranto).

Eu faço versos como quem morre.

("Meus poemas preferidos", página

Outros nomes

Manoel BandeiraManuel Carneiro de Sousa Bandeira FilhoManuel carneiro de souza bandeiraBandeira, Manuel

Idiomas

português

Temas e assuntos

Brazilian poetry20th centuryCriticism and interpretationBrazilian literatureOuro Preto (Minas Gerais, Brazil)Literature

Obra em destaque

Brief history of Brazilian literature

Editoras frequentes

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Atuação

Áreas de atuação

poeta
jornalista
tradutor
professor universitário
crítico literário
Obras

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