Trilhas da sublimação em Bertha Pappenheim: da histeria à escrita - Pardini, Raquel Jardim

Trilhas da sublimação em Bertha Pappenheim: da histeria à escrita

R$ 38,64
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Ano 2024Páginas 124Formato BOOKISBN 9786525068428

Sobre o livro

Iniciamos, em 2017, estudo sobre o destino da paciente Anna O. – “Os caminhos da sublimação em Bertha Pappenheim (Anna O.)”. Bertha, paciente de Breuer em Estudos sobre a Histeria (1895), cunhou a expressão “talking cure”, cura pela fala. Breuer usava o método catártico. A paciente era de família ortodoxa judia em Viena. Segundo Lacan (1962), o inventor da psicanálise não é Freud, mas Anna O. e, por trás dela, muitos outros, nós todos (p. 190). Was Will das Weib? “O que quer a mulher?”. Freud (1933) deixou a resposta a-Bertha, recorreu aos poetas e sugeriu aguardar até que a ciência pudesse dar informações mais profundas sobre esse enigma. Segundo Soler (2003), Bertha sublimou sua feminilidade. Sua mudança subjetiva passou pela escrita, traduziu textos sagrados do iídiche para o alemão e escreveu artigos sobre os direitos da mulher. Com um pseudônimo masculino, lutou pelo ativismo feminista. Bertha criou o primeiro lar (Heim) para crianças órfãs e mulheres judias em uma época misógina. No seu último livro O trabalho de Sísifo (1924), a autora compara sua luta contra a escravidão branca e os direitos femininos com o trabalho de Sísifo. Partimos da sublimação e chegamos ao conceito de letra na teoria lacaniana. Bertha transformou seu nome herdado, Pappenheim, em sua causa feminista: Heim, lar para mulheres e órfãos judeus. Apresentamos também o nome de outras mulheres que lutaram e contribuíram com a psicanálise e a civilização.

Ficha técnica

Autor
Pardini, Raquel Jardim, Raquel Jardim Pardini
Editora
Editora Appris
Formato
BOOK
Encadernação
Capa comum
ISBN
9786525068428
EAN
9786525068428
Ano de Publicação
2024
Número de Páginas
124
Dimensões
21 x 14 x 2 cm
Peso
0.174 kg
Idioma
pt-BR
Edição
1
SKU
ef1076f8e7fb

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