A figura de Simón Bolívar, ao longo da História, foi encoberta por diferentes camadas discursivas. Herói ou ditador, amado ou odiado, o líder criollo tornou-se um personagem difuso, impreciso, uma verdadeira sombra nebulosa. De todas as representações, o homem a cavalo o líder militar e filósofo certamente foi a predominante em boa parte da América Hispânica. O "Libertador" é maior do que o próprio Bolívar. Diante de nós, ainda repousa o enigma da esfinge bolivariana, aguardando assombro e decifração.