
Quarentena humana: e estado de exceção:
Sobre o livro
Eis que os jornais noticiam uma gripe perigosa, que alarma a Organização Mundial de Saúde. O que antes nem era considerado doença séria torna-se uma ameaça mortífera. Os primeiros casos foram identificados como tendo ocorrido no Sudeste Asiático. Supostamente tentando evitar uma pandemia, os governos impõem diversas medidas restritivas. A quarentena humana volta com força total. Na China, turistas mexicanos são proibidos de sair do hotel, sob pena de morte. No Canadá, cancela-se a emissão de novos vistos para pessoas dessa região. Mesmo assim, casos da gripe vão sendo aos poucos identificados mundo afora. O primeiro suspeito brasileiro ficou 10 dias isolado em um hospital público. Era um jovem que dias antes havia estado em uma discoteca lotada. Mas, afinal, a quarentena apresenta algum impacto em saúde pública? É capaz de frear uma epidemia? Nenhum estudo científico aponta nesse sentido. Então, por que continua presente como se fosse um remédio amargo e indesejado? Pergunta de difícil resposta. Simples inércia? Hábito? Essa obra investiga as origens da quarentena humana e mostra que é um instrumento poderoso do Estado Absolutista de Exceção. O medo e o pânico coletivos são uma situação propícia para a legitimação da dominação e de cancelamento dos direitos e garantias fundamentais, principalmente quando a mídia incensa e dissemina o pânico e o medo. Para, ao final da epidemia, como já relatado várias vezes na ficção, o que deve prevalecer é a misericórdia, a união e o tratamento do enfermo.
Ficha técnica
- Autor
- Santos, Iris Almeida dos (Autor), Nascimento, Wanderson Flor Do, Iris Almeida dos Santos, Wanderson Flor Do Nascimento
- Editora
- Editora Appris
- Formato
- BOOK
- Encadernação
- Capa comum
- ISBN
- 9788555077708
- EAN
- 9788555077708
- Ano de Publicação
- 2019
- Número de Páginas
- 126
- Dimensões
- 18 x 12 x 0.2 cm
- Peso
- 0.2 kg
- Idioma
- pt-BR
- Edição
- 1
- SKU
- 2f157e3594ca





