Eu, Marília, não sou algum vaqueiro, que viva de guardar alheio gado.
Ah! enquanto os destinos impiedosos não separam a gente, que neste mundo vive, vamos, Marília, vamos gozar a vida.
Se o bem que eu te desejo não te agrada, que hei de fazer, Marília, para amar-te?