Richard Rorty (1931-2007) foi um influente filósofo americano, conhecido por sua crítica à filosofia analítica e por sua defesa do pragmatismo. Formado nas universidades de Chicago e Yale, ele se tornou uma figura central no pensamento pós-analítico. Sua obra desafiou a noção tradicional de verdade como correspondência com a realidade, propondo uma visão da filosofia como uma forma de conversação cultural e política. Rorty argumentava que a linguagem e as crenças são contingentes e socialmente construídas, rejeitando a ideia de fundamentos universais para o conhecimento. Entre suas obras mais importantes estão "Contingency, Irony, and Solidarity" e "Filosofia como política cultural", que exploram temas como a contingência da linguagem, a ironia liberal e a solidariedade humana. Seu trabalho teve um impacto significativo na filosofia contemporânea, na teoria literária e nos estudos culturais.