Paulo Prado (1869-1943) foi um escritor, mecenas, poeta, cafeicultor e investidor brasileiro, nascido em São Paulo. Descendente de uma influente família paulista, Prado teve participação fundamental, junto com sua esposa, Marinette Prado, na Semana de Arte Moderna de 1922. Ele também foi um dos fundadores da Sociedade Pró-Arte Moderna (SPAM) em 1932. Sua trajetória inclui a gestão da empresa familiar de exportação de café, a Casa Prado-Chaves. Prado foi um importante incentivador do movimento modernista, apoiando financeiramente e organizando exposições de arte moderna. Sua obra mais célebre, "Retrato do Brasil: ensaio sobre a tristeza brasileira" (1928), gerou grande polêmica e é considerada uma das obras básicas sobre a cultura do Brasil.