Márcio de Jagun é um babalorixá, advogado e professor brasileiro, com uma obra dedicada à cultura afro-brasileira, Candomblé e filosofia africana. Com mais de 30 anos de iniciação no Candomblé, ele dirige o Ilê Axé Aiyê Obaluaiyê no Rio de Janeiro e atua como advogado desde 1994. Seus livros, como "Yorubá - Vocabulário temático do Candomblé" e "Orí: A cabeça como divindade", exploram a língua e a religiosidade iorubá, além de temas como nagologia educacional e filosofia descolonial. A obra de Márcio de Jagun é fundamental para a compreensão da riqueza cultural e espiritual africana no Brasil.