A pluralidade é a condição da ação humana porque somos todos iguais, isto é, humanos, de tal modo que ninguém é jamais idêntico a qualquer outra pessoa que tenha vivido, viva ou venha a viver.
O mal banal é o mal que não tem profundidade, que não é demoníaco, mas que é simplesmente a ausência de pensamento.
A promessa é o único meio pelo qual os seres humanos podem estabelecer um futuro em comum.