Guilherme Fiuza é um jornalista e escritor brasileiro, nascido em 1965. Com uma carreira consolidada no jornalismo, atuou em veículos como "Jornal do Brasil" e "O Globo", onde é articulista. Sua obra literária abrange desde romances a biografias e obras de não ficção com forte viés político e social. Entre seus livros mais conhecidos estão "Meu nome não é Johnny", que inspirou um filme sobre a história real de João Estrella, e "3.000 dias no bunker", que detalha os bastidores da criação do Plano Real. Fiuza também abordou a política brasileira em obras como "Que horas ela vai?" e "Não é a mamãe - Para entender a Era Dilma", além de biografias como "Bussunda: A vida do Casseta".